A biometria facial para bancos e fintechs confirma que o cliente é quem diz ser na abertura de conta, na troca de celular, no Pix e na concessão de crédito. A CertiFace combina prova de vida, comparação facial e uma base colaborativa com mais de 140 milhões de faces para mitigar fraudes de identidade em instituições financeiras.
O cadastro digital tirou o atendente da frente do cliente. Hoje uma conta nasce em minutos, pelo celular, e o fraudador sabe disso. Ele abre contas com dados de outra pessoa ou assume a conta de quem já é cliente.
O dinheiro de golpe precisa de um destino. Esse destino é a conta laranja: aberta com identidade de terceiro ou cedida pelo titular, ela recebe e repassa valores em minutos. Entenda o mecanismo em conta laranja.
Fontes: dados abertos do Banco Central · 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública
O antifraude transacional analisa a operação. Ele não sabe se a pessoa que abriu a conta é a dona do CPF. Essa resposta vem da camada de identidade, e é nela que a biometria facial atua. Veja também fraude de identidade.
A validação não precisa acontecer em todo clique. Ela entra nos momentos em que a conta ganha valor ou muda de controle. Cada instituição define esses pontos pela sua regra de risco.
É o primeiro ponto da jornada e um alvo frequente de fraude. O cliente tira uma selfie. A prova de vida confirma que há uma pessoa real diante da câmera, e a comparação facial verifica se ela é a dona do documento.
A busca 1:N responde a outra pergunta: este rosto já aparece ligado a outro CPF? É o que expõe a mesma pessoa abrindo várias contas. Esse é o papel do CertiFace ID. Para o processo completo, veja o guia de onboarding digital.
Na contratação de crédito, a selfie com prova de vida registra que o titular estava presente no momento da assinatura digital. O registro da validação pode servir de evidência em caso de contestação.
Quando o cliente troca de celular ou entra em um aparelho desconhecido, a instituição compara a selfie com o cadastro dele (comparação 1:1). É a etapa que protege contra a tomada de conta. O CertiFace AT faz essa autenticação. Entenda a técnica em autenticação 1:1.
Trocar e-mail, telefone ou senha abre caminho para o golpe. Uma validação facial antes da mudança confirma que o pedido vem do titular.
A instituição pode pedir a selfie com prova de vida em transações acima de um limite. O mesmo vale para operações fora do padrão do cliente. Saiba mais sobre os golpes mais comuns em golpes com Pix.
Reativar um produto ou contratar um serviço novo também é ponto de risco. A autenticação facial confirma que quem pede é o cliente da base.
Contas antigas podem ter sido abertas antes das camadas atuais de validação. O CertiFace Risk Detection verifica se uma face da base já tem restrição na base colaborativa da CertiFace. A resposta é 0 (nada consta) ou 1 (restrição identificada). Serve para limpeza de base, recadastramento e monitoramento de contas ativas. Veja como funciona a higienização de dados.
A biometria nos bancos precisa cobrir canais diferentes ao mesmo tempo: agência, aplicativo e internet banking. Também têm uma base legada grande, com clientes que abriram conta há anos.
Por isso, o ponto mais sensível costuma ser a tomada de conta de clientes antigos. São clientes com histórico bom e limite alto. O reconhecimento facial no banco entra aqui como uma checagem a mais. A autenticação facial na troca de dispositivo e nas transações de maior valor protege esse cliente. Na base legada, a consulta de restrições ajuda a priorizar o recadastramento.
Fintechs costumam nascer digitais e crescer em picos. Um lançamento ou uma campanha pode multiplicar os cadastros em poucos dias. O fraudador aproveita esses momentos para abrir contas em escala.
No KYC da fintech, o desafio é validar rápido sem derrubar a conversão. A prova de vida passiva, que não pede gestos, e a resposta em 1 a 2 segundos ajudam a manter o cadastro fluido. A busca 1:N mostra quando o mesmo rosto tenta abrir várias contas.
Cada tipo de fraude acontece em uma etapa da jornada. A tabela mostra onde ele aparece e qual camada atua.
Nenhuma camada sozinha resolve todos os casos. A combinação reduz a superfície de ataque.
A Circular nº 3.978, em vigor desde julho de 2020, trata da prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD-FT). O art. 16 pede procedimentos de identificação que permitam verificar e validar a identidade do cliente. A verificação pode incluir o confronto com bancos de dados públicos e privados, e os controles seguem o perfil de risco do cliente.
A norma também cobre a qualificação do cliente, como capacidade financeira e enquadramento como pessoa politicamente exposta. Veja como esse processo se organiza no KYC e na plataforma de KYC da CertiFace.
Desde dezembro de 2025, a pessoa pode registrar em um sistema do Banco Central que não autoriza a abertura de contas em seu nome. O pedido vale para contas de depósitos à vista, de poupança e de pagamento pré-pagas (Resolução BCB nº 475). Antes de abrir conta de depósitos ou de poupança, ou de trocar titulares, a instituição consulta esse sistema. A documentação da consulta fica guardada por pelo menos dez anos (Resolução CMN nº 5.218). Para contas de pagamento, a regra está na Resolução BCB nº 476.
A consulta, feita pela instituição no sistema do Banco Central, indica se o titular bloqueou novas aberturas. A validação facial confirma se quem está pedindo a conta é o titular. São camadas que se completam.
Desde novembro de 2023, a Resolução Conjunta nº 6 obriga instituições financeiras e de pagamento a compartilhar dados sobre indícios de fraude. Pela Resolução BCB nº 343, o registro inclui a identificação de quem teria executado ou tentado a fraude. O registro traz nome e CPF, além de data, canal e dispositivo.
A Lei Geral de Proteção de Dados classifica o dado biométrico como dado pessoal sensível (art. 5º, II). Entre as bases legais do art. 11, o inciso II, alínea “g”, prevê a prevenção à fraude e a segurança do titular em processos de identificação e autenticação.
Na prática, a instituição define a finalidade e informa o cliente sobre o uso da selfie. Do fornecedor, cobra regras claras de armazenamento, retenção e trilha de auditoria.
O aplicativo orienta o cliente em tempo real: aproximar o rosto, melhorar a luz, tirar o boné. Uma captura otimizada reduz recusas de clientes legítimos.
O Hub de Liveness confirma que há uma pessoa real diante da câmera. Ele funciona em quatro versões (ativa, passiva, híbrida e 3D) e identifica tentativas com foto de foto, vídeo gravado, máscara e deepfake. Entenda em prova de vida.
A selfie é comparada com o documento ou com o cadastro do cliente (1:1). Quando a regra pede, ela também passa pelo Bureau de Faces (1:N), que atribui um nível de risco ao conjunto CPF + face.
O resultado volta em 1 a 2 segundos. A instituição decide: aprovar, pedir outra etapa ou recusar.
Para quem vai integrar, veja a API de biometria facial e a documentação no DevCenter.
Verificação de identidade no cadastro, com prova de vida, busca 1:N e captura de documento.
Conhecer02Autenticação contínua no login, no novo dispositivo, na alteração cadastral e nas transações.
Conhecer03Consulta de faces com restrição, com resposta 0 ou 1, em tempo real ou em lote.
Conhecer04Base biométrica colaborativa que sustenta as buscas 1:N.
Conhecer05Verificação de idade por selfie, como camada extra no KYC.
ConhecerNa prevenção de fraudes bancárias, a camada de identidade é uma das peças do sistema antifraude bancário. A demonstração do fornecedor costuma acontecer em condições ideais. A operação real tem selfie escura, celular antigo e fraudador com vídeo gerado por IA. Cinco critérios separam os dois mundos:
O passo a passo completo está em como avaliar um sistema de biometria facial.
Para confirmar que quem abre a conta, troca de celular ou faz uma transação sensível é o titular. A selfie com prova de vida dificulta o uso de documento e dados de outra pessoa.
Não existe uma norma que obrigue a biometria facial. As regras do Banco Central exigem verificar e validar a identidade do cliente, e a biometria facial é um dos meios para isso.
As principais são a Circular nº 3.978/2020 (PLD-FT) e as Resoluções BCB nº 475 e CMN nº 5.218/2025 (consulta antes de abrir conta). Também se aplica a Resolução Conjunta nº 6/2023, sobre compartilhamento de indícios de fraude.
A busca 1:N mostra quando o mesmo rosto aparece ligado a vários CPFs. A consulta de restrições indica faces já ligadas a fraude. As duas camadas atuam antes de a conta ficar ativa.
A defesa contra deepfake é a prova de vida, que verifica se há uma pessoa real diante da câmera. Sem prova de vida, a comparação facial sozinha pode aceitar uma imagem falsa.
Com validação proporcional ao risco, prova de vida passiva e resposta em segundos. A etapa mais pesada entra só quando o risco do cadastro pede.
Ela pode substituir a senha no login e reforçar a autenticação em mudanças sensíveis. A instituição pode combinar a biometria com outros fatores, conforme o risco.
A biometria é dado pessoal sensível. A prevenção à fraude é uma base legal prevista no art. 11 da LGPD, e a instituição precisa de finalidade definida, transparência e medidas de segurança.
Há mais de 10 anos contamos com a parceria da CertiFace para solução de biometria, e durante todo esse período a empresa sempre se destacou pela confiabilidade do ambiente, mantendo a solução com alta disponibilidade e pelo seu suporte personalizado. Essa relação construída ao longo dos anos reforça nossa confiança na tecnologia oferecida. Seguimos juntos, certos de que podemos contar com a parceria da empresa.
A CertiFace provou ser a escolha certa para nossa demanda de biometria facial. A precisão da ferramenta é impressionante, com um nível de falso positivo baixíssimo, e a disponibilidade do serviço é excelente. Além da robustez técnica, destacamos o atendimento: a equipe é extremamente atenciosa e ágil, agindo de fato como parceiros estratégicos do nosso negócio.
A equipe da CertiFace demonstra sólido preparo técnico e mantém uma postura colaborativa, estando constantemente disponível para apoiar as demandas do negócio. Sua atuação é marcada pela disposição em compreender as necessidades específicas e contribuir de forma proativa para o alcance dos objetivos propostos.
Fale com um especialista para mapear onde validar o cliente: abertura de conta, troca de celular, Pix e concessão de crédito. Prova de vida, consulta a restritivos e resposta em 1 a 2 segundos.